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Tudo o que você precisa saber sobre a manutenção de desfibriladores

Tempo de leitura: 5 min

 

A manutenção de desfibrilhadores automáticos externos (DAE) é um fator crítico para garantir o seu funcionamento eficaz em situações de emergência. Em contexto empresarial, assegurar verificações regulares, substituição de consumíveis e conformidade com o Programa Nacional de DAE (PNDAE) é essencial para evitar riscos legais e operacionais. 
Em Portugal, sempre que aplicável, o programa deve estar registado no PNDAE, incluir designação de médico responsável e cumprir o Decreto-Lei n.º 184/2012. O equipamento deve possuir marcação CE em conformidade com o Regulamento (UE) 2017/745 (MDR).
Investir numa manutenção estruturada não é apenas uma exigência técnica — é uma decisão estratégica de segurança e responsabilidade corporativa.

manutenção desfibrilador

Porque a manutenção de desfibrilhadores é essencial?

Manter os desfibrilhadores em perfeitas condições é fundamental para garantir a sua eficácia em emergências médicas. A manutenção regular inclui inspeções, testes, calibração e reparações. Vamos explorar cada um destes aspetos com maior detalhe.

Inspeções regulares de desfibrilhadores

As inspeções regulares garantem que quaisquer problemas com um desfibrilhador são identificados antes de se tornarem graves. Durante uma inspeção, é crucial verificar a condição física do aparelho, o estado da bateria e o funcionamento dos elétrodos. As inspeções regulares podem evitar falhas no funcionamento em momentos críticos.

Além disso, deve ser seguida uma checklist detalhada para que nenhum item importante seja esquecido. A tabela abaixo mostra a frequência recomendada:

Item Frequência
Inspeção Física Semanal
Estado da Bateria Mensal
Função dos Eletrodos Mensal

Testes regulares de desfibrilhadores

Os testes garantem que os desfibrilhadores funcionam adequadamente.

Os DAE modernos realizam auto-testes automáticos internos que verificam bateria, software e integridade do sistema. As empresas devem monitorizar os indicadores visuais de estado do equipamento e garantir manutenção técnica certificada conforme orientações do fabricante.

A realização destes testes regularmente é crucial para a eficácia do dispositivo e para a segurança do paciente. É importante seguir as orientações do fabricante para a frequência dos testes.

 

Importância da calibração

A manutenção técnica certificada assegura que o desfibrilhador funciona dentro dos parâmetros definidos pelo fabricante. Esta verificação deve ser realizada por entidade autorizada, conforme plano de manutenção contratado.

Tarefas de manutenção preventiva

A manutenção preventiva é essencial para prolongar a vida útil do desfibrilhador e evitar reparações caras. Tarefas fundamentais incluem a limpeza do equipamento, a verificação do estado físico do equipamento e limpeza externa adequada e a substituição de peças desgastadas. Estes procedimentos não só mantêm o dispositivo a funcionar bem, mas também garantem que ele esteja limpo e seguro para uso.

Reparações e soluções de problemas comuns

Mesmo com manutenção regular, podem surgir problemas que necessitam de reparação. As reparações mais comuns incluem a substituição de peças danificadas e a reprogramação do software do desfibrilhador. Ter uma equipa de suporte técnico qualificada disponível para realizar estas reparações é essencial para minimizar o tempo de inatividade do dispositivo.

Além disso, contar com uma empresa de manutenção de desfibrilhadores oferece a vantagem de acesso a especialistas treinados que podem lidar com uma grande variedade de problemas.

Conformidade legal e auditorias em programas DAE

A implementação de um programa empresarial de DAE deve integrar procedimentos claros de conformidade regulamentar e auditoria interna.

Enquadramento legal e responsabilidade empresarial

Em 2026, qualquer desfibrilhador com marcação CE (MDR) deve cumprir o Regulamento (UE) 2017/745 relativo a dispositivos médicos. Quando enquadrado no PNDAE, o programa deve incluir:

  • Registo formal junto das autoridades competentes

  • Designação de médico responsável

  • Plano de manutenção documentado

  • Formação certificada em SBV-DAE reconhecida pelo INEM

A ausência de conformidade pode resultar em coimas e responsabilidade civil em caso de incidente.

Auditorias internas e melhoria contínua

Realizar auditorias periódicas ao plano de manutenção de desfibrilhadores permite identificar falhas antes que se tornem críticas. Estas auditorias devem avaliar:

  • Estado físico do equipamento

  • Atualização dos registos

  • Cumprimento do plano de substituição de consumíveis

  • Evidência de formação atualizada dos colaboradores

Além de reforçar a segurança, esta abordagem demonstra maturidade organizacional e compromisso com a proteção da vida humana.

Investir numa gestão estruturada do DAE não é apenas uma obrigação legal — é uma estratégia sólida de gestão de risco empresarial e reputação institucional.

Plano estruturado de manutenção de DAE em contexto empresarial

Garantir uma manutenção de desfibrilhadores  eficaz exige mais do que verificações pontuais. Em ambiente corporativo, é fundamental implementar um plano estruturado que assegure a rastreabilidade de todas as ações realizadas no desfibrilhador automático externo (DAE).

Registo documental e controle interno

Em Portugal, a gestão documental é um elemento central do cumprimento legal. Sempre que aplicável, o programa deve estar enquadrado no Programa Nacional de DAE (PNDAE), incluindo registos de verificações periódicas, substituição de consumíveis e intervenções técnicas.

A empresa deve manter:

Esta documentação é essencial para demonstrar conformidade com o Decreto-Lei n.º 184/2012  e mitigar risco jurídico.

Gestão de consumíveis e ciclo de vida do equipamento

A manutenção preventiva de DAE inclui a monitorização do prazo de validade dos elétrodos (normalmente 2 a 5 anos) e da bateria (3 a 5 anos, dependendo do modelo). O incumprimento destes prazos pode comprometer o funcionamento do dispositivo em situação crítica.

Empresas com múltiplas localizações devem considerar soluções de monitorização centralizada, especialmente quando operam vários equipamentos. Uma abordagem estruturada reduz falhas operacionais e assegura que o DAE está permanentemente pronto a utilizar.

FAQ

Qual é a frequência ideal para realizar inspeções aos desfibrilhadores?

Recomenda-se a realização de verificações mensais ou conforme orientações do fabricante, a verificação mensal do estado da bateria e o funcionamento dos elétrodos.

O que incluir numa checklist de manutenção para desfibrilhadores?

Um checklist completo deve incluir a inspeção física do equipamento, a verificação do estado da bateria, o funcionamento dos elétrodos e a calibração do dispositivo.

O que é um teste de sincronização num desfibrilhador?

O teste de sincronização verifica se o desfibrilhador está sincronizado com os batimentos cardíacos do paciente, essencial para as desfibrilhações sincronizadas.

Porque é que a calibração de desfibrilhadores é importante?

A calibração garante que o desfibrilhador fornece a quantidade correta de energia, essencial para a sua eficácia durante uma emergência médica.

Como encontrar uma empresa de assistência técnica a desfibrilhadores?

Plataformas B2B como a Companeo  podem ligar a sua empresa a fornecedores qualificados para assistência técnica e manutenção de desfibrilhadores.