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Os diferentes sistemas de geolocalização para profissionais

Tempo de leitura: 5 min

Se os aparelhos GPS são os sistemas de geolocalização de veículo mais usados, existe também outros tipos de equipamentos: os aparelhos GSM/GPRS, as balizas RFID, os rastreadores ou as aplicações destinadas aos telemóveis tipo smartphone.

Para proceder à geolocalização de um veículo numa carta, são indispensáveis vários elementos ao seu sistema de assistência:

  • Um aparelho / emissor situado no veículo a localizar
  • Uma rede (satélites, antenas de telefonia móvel, WiFi ou RFID) que permite localizar o aparelho e determinar as suas coordenadas geográficas
  • Uma plataforma de receção dos dados com um software de cartografia para visualizar a posição do objeto na carta.

 

O GPS, base da geolocalização dos veículos profissionais

Inicialmente criado pelo Departamento de Defesa dos Estados-Unidos, o GPS (Global Positioning System) que se traduz por “sistema mundial de localização” é um sistema de orientação por satélite. Em meados dos anos 90, a sua utilização foi disponibilizada às aplicações civis em todo o mundo e está na base da geolocalização dos veículos profissionais. Desde que um veículo, qualquer que seja a sua natureza, é equipado de um recetor GPS, é possível localizá-lo onde quer que seja, a qualquer momento.

  • Em tempo real: a posição é calculada em permanência e em direto, com vista a seguir a qualquer momento as deslocações do veículo. É chamado “sistema de tracking”: é a opção mais em uso.
  • Em diferido: o aparelho GPS regista todos os dados de geolocalização, recuperados posteriormente com vista a ser analisados.
  • A pedido:em caso de furto, por exemplo, é possível ativar a geolocalização do veículo.

O aparelho GPS, o sistema de geolocalização mais comum

Esse emissor de pequena dimensão permite proceder à geolocalização do veículo onde se encontra, com uma precisão de 10 a 15 metros. Equipado de um chip eletrónico, o aparelho GPS  capta os sinais emitidos pela rede de satélites; o que lhe permite calcular a respetiva posição geográfica exata.

Existe dois tipos de aparelho GPS:

  • O aparelho GPS com ecrã: colocado no tablier, é associado a um software de cartografia que permite exibir a posição do veículo numa carta. É frequentemente utilizado como solução de assistência na navegação.
  • O aparelho GPS sem ecrã: essencialmente utilizado para assegurar o rastreamento do veículo; facilmente dissimulável (debaixo do assento, por exemplo), limitando o risco de furto. Pode, contudo, servir também de assistente à navegação caso seja equipado de um comando de voz.

Os aparelhos GPS funcionam com uma bateria (recarregável ou a pilhas). Alguns modelos poderão ligar-se no isqueiro do veículo. Devido ao forte consumo em energia desses sistemas de geolocalização, é importante ter em atenção o modo de alimentação escolhido.

No quadro de uma subscrição de uma solução de geolocalização profissional, o preço do aluguer do aparelho GPS ou do dispositivo de rastreamento está incluído na tarifa mensal. Este é, em geral, compreendido entre 40 e 100 € sem IVA por mês e por veículo equipado.

Os aparelhos GSM/GPRS

Ao invés do aparelho GPS, o aparelho GSM/GPRS não utiliza os sinais de satélites para proceder à sua geolocalização: utiliza as antenas GSM. A geolocalização do seu veículo com um aparelho GSM/GPRS é, por conseguinte, comparável a uma solução de telefonia móvel.

O aparelho GSM/GPRS é equipado de:

  • Um modem que permite, em especial, transmitir a voz e facilitar as comunicações com o veículo equipado.
  • Um cartão SIM, associado a um pacote adaptado, subscrito no operador.

O sistema de geolocalização é bastante económico, mas impõe-se ao veículo encontrar imperativamente uma zona com cobertura da rede móvel. Não é, portanto, adaptado às deslocações nas zonas montanhosas ou em algumas regiões rurais com pouca cobertura.

Atenção em caso de deslocação ao estrangeiro, os aparelhos GSM/GPRS passam em modo de itinerância (ou roaming), envolvendo, tal como para os telemóveis, encargos adicionais, por vezes importantes.

Outros sistemas de rastreamento

Ao lado dos sistemas de rastreamento ou de geolocalização em tempo real, existe soluções que permitem proceder à geolocalização simples de um veículo, a pedido:

  • A baliza RFID: esse pequeno aparelho (que, por vezes, tem o tamanho de um cartão de crédito), contem uma etiqueta (ou “tag RFID”). A sua utilização é aconselhada nas zonas hostis (muros espessos em betão, metal, proximidade da água, etc.) mas com pouco alcance.
  • O dispositivo de rastreamento: esse pequeno aparelho permite localizar um veículo a qualquer altura, a pedido. É essencialmente utilizado como meio de prevenção contra os furtos. Alguns modelos, muito sofisticados, são associados aos sistemas de avisos: envio de um SMS em caso de arranque de veículo ou de choque, possibilidade de desligar o moto à distância, etc.

 

Localização através de smartphone?

Desde o lançamento do Iphone em 2007, os smartphones estão sempre a ganhar terreno nos particulares como nos profissionais.

Atualmente, as empresas que desejam implementar uma solução de geolocalização têm uma vasta escolha. Podem equipar as frotas de veículos profissionais de aparelhos GPS a bordo ou utilizar uma aplicação de geolocalização nos smartphones dos condutores.

É evidente que se os empregados da empresa não estão motorizados, a questão nem se coloca: a geolocalização através de smartphone é a mais adaptada.  Contudo, no caso de uma empresa que gere uma frota de veículos profissionais, as funcionalidades ofertas pelo smartphone são mais limitadas:

  • O telemóvel tipo smartphone localiza geograficamente o condutor, não o veículo: em caso de esquecimento, de perda ou de furto do smartphone, o veículo já não é localizável.
  • O veículo não é localizável em permanência, mas única e exclusivamente quando o condutor está a bordo: é impossível localizar o veículo em caso de furto!
  • A bateria e a autonomia são limitadas.
  • Os encargos são mais importantes (comunicação, internet, etc.).
  • É impossível recuperar dados associados ao motor ou à condução.
  • Muitos empregados utilizam o seu telemóvel profissional para uso pessoal: coloca-se então a questão do respeito da privacidade.